Qual formato escolher na hora de formatar o pendrive ou disco do computador?

Dá um nó na cabeça quando trata-se de formatação. Muita gente não sabe e nem sequer sabe o que significa. Neste artigo, tentarei falar bem simples, para que serve e quais você tem que escolher.

O que é formatação de disco?

De uma linguagem bem leiga: Imagine um caderno com folhas brancas. Você escreve da esquerda para direita, tem pessoas que escrevem da esquerda para a direita e ainda, de baixo para cima e de cima para baixo. Como pautar esses caderno? isso é uma formatação, diz para o disco como os arquivos vão ser lidos, a linguagem, por acaso, é o sistema operacional e as pautas determinam como vai ser escrito para ser lido. OK?

Formatação de disco é o processo de preparação de um dispositivo de armazenamento de dados como unidade de disco rígido, unidade de estado sólido, disquete ou USB flash drive para uso inicial. Em alguns casos, a operação de formatação também pode criar um ou mais Sistema de arquivos novos. Fonte: Wikipédia.

Agora que você sabe o que é formatação, falarei dos tipos

Tipos de Formatação de disco

FAT (File Allocation Table) ou, em português, “Tabela de Alocação de Arquivos” foi a primeira versão do sistema de arquivos baseado em uma tabela representativa com a capacidade de indicar a localização das extensões armazenadas por um disco. Criado para funcionar como filesystem oficial do MS-DOS no início da década de 1980, este formato foi usado como padrão até o lançamento do Windows 95. É a mais comum, vem em todos os pendrives.

Agora, para saber pra que eles servem, vou falar de Clusters.

Cluster

Os sistemas de arquivos são compostos por grupos contínuos de setores ou unidades de alocação (clusters) – esta tecnologia, também, surgiu junto do lançamento do FAT. Uma unidade de alocação diz respeito ao menor espaço em disco que pode ser usado para o armazenamento de um arquivo. Se uma extensão pequena for armazenada em uma unidade de alocação grande, o processo conhecido como “fragmentação interna” acontece – o espaço livre é desperdiçado (há, então, o que se chama de “slack space”).

Por exemplo: se uma unidade de armazenamento de 8 GB estiver configurada sob o formato FAT32, clusters de 4 KB serão destinados à alocação de arquivos. Significa que uma extensão de 10 KB vai ocupar três clusters de 4 KB – neste caso, 2 KB serão desperdiçados, pois um mesmo arquivo não pode compartilhar o espaço livre de um mesmo cluster.

FAT32

O endereçamento de dados pelo sistema de arquivos FAT32 é feito a partir de clusters menores – no FAT16, quanto maior a capacidade de armazenamento, maior é o tamanho do cluster (veja a relação acima). Por ser capaz de trabalhar com unidades de alocação menores, o FAT32 evita grandes desperdícios de espaço em disco.

ExFAT (ou FAT64)

Também como variação da Tabela de Alocação de Arquivos lançada no início da década de 1980, o exFAT foi desenvolvido para atender a usuários que manipulam arquivos únicos com mais de 4 GB (o NTFS, conforme descrito adiante, é outra alternativa). Conhecida, ainda, como FAT64, a “evolução” do FAT32 foi introduzida em 2006 com o objetivo de otimizar unidades de armazenamento, como pendrives.

NTFS?

A “Nova Tecnologia de Sistema de Arquivos”, ou NTFS, foi lançada com o Windows NT, em 1993. Essa versão do sistema operacional da Microsoft chegou ao mercado com o objetivo de oferecer segurança e comodidade aos usuários do software. A boa desenvoltura e a performance do então novo filesystem fez com que a implementação do formato fosse feita no Windows XP, Vista, Windows 7 e Server 2008.

Uma das principais características do NTFS é o suporte ao recurso de journaling, que fornece permissão ao sistema operacional para manter um log, um registro, de todas as alterações feitas sobre um arquivo. Dessa forma, se um erro de gravação ou problema de conexão acontecer, os dados escritos sobre uma unidade de armazenamento podem ser revertidos, o que resulta na restauração dos arquivos.

Suporte otimizado a metadados, listas de segurança de controle, suporte à replicação de dados, cópias para backups e criptografia são outros dos mecanismos de segurança que integram o NTFS. Este tipo de formatação cria clusters de 4 KB em partições que vão de 2 GB a 16 TB, o que gera uma maior economia de espaço em disco. (Fonte: TecMundo: https://www.tecmundo.com.br/particao/94969-fat32-exfat-ntfs-formato-escolher-hora-formatar-pendrive.htm)

Apple File System (APFS)

O Apple File System (APFS) é o sistema de arquivos padrão de computadores Mac com macOS 10.13 ou posterior e conta com criptografia robusta, compartilhamento de espaço, capturas, dimensionamento rápido de diretórios e melhorias aos fundamentos do sistema de arquivos. Mesmo sendo otimizado para o armazenamento Flash/SSD usado em computadores Mac recentes, ele também pode ser usado em sistemas mais antigos com discos rígidos tradicionais (HDD) e armazenamento externo conectado diretamente ao computador. O macOS 10.13 ou posterior é compatível com APFS para volumes inicializáveis e de dados.

O APFS reserva espaço em disco dentro de um contêiner sob demanda. O espaço livre do disco é compartilhado e pode ser alocado para qualquer volume individual no contêiner conforme necessário. Se desejar, você pode especificar tamanhos de reserva e cota para cada volume. Cada volume usa apenas uma parte do contêiner, de modo que o espaço disponível é igual ao tamanho total do contêiner menos o tamanho de todos os volumes no contêiner. (Fonte: Apple: https://support.apple.com/pt-br/guide/disk-utility/dsku19ed921c/mac)

Mac OS Expandido

Escolha um dos seguintes formatos de sistema de arquivos Mac OS Expandido para compatibilidade com computadores Mac com macOS 10.12 ou anterior.

  1. Mac OS Expandido (Journaling): usa o formato Mac (Journaling HFS Plus) para proteger a integridade do sistema de arquivos hierárquico.
  2. Mac OS Expandido (Journaling, Criptografado): usa o formato Mac, exige uma senha e criptografa a partição.
  3. Mac OS Expandido (Distinção entre maiúsc./min., Journaling): usa o formato Mac e faz distinção entre maiúsculas e minúsculas em nomes de pastas. Por exemplo, pastas chamadas “Trabalho” e “TRABALHO” são duas pastas diferentes.
  4. Mac OS Expandido (Distinção entre maiúsc./min., Journaling, Criptografado): usa o formato Mac, faz distinção entre maiúsculas e minúsculas, exige uma senha e criptografa a partição.(Fonte: Apple: https://support.apple.com/pt-br/guide/disk-utility/dsku19ed921c/mac)

MKFS

Em sistemas operacionais de computador, mkfs é um comando usado para formatar um dispositivo de armazenamento em bloco com um sistema de arquivos específico. O comando é parte dos sistemas operacionais UNIX e tipo UNIX. No UNIX, um dispositivo de armazenamento em bloco deve ser formatado com um sistema de arquivos antes de poder ser montado e acessado por meio da hierarquia de sistema de arquivos do sistema operacional. (Fonte: Wikipedia)

Acima, existe apenas as mais usadas, mas, existem várias formatações para escolher, de acordo com seu sistema operacional.

Para simplificar:

Se você tem um Mac, prefira, no utilitário de disco, formatar em: Fat, FAT32 ou Mac expandido. Para ter um pendrive e conseguir apanhar arquivos em um PC que tenha Windows, formate em FAT32. Se for um HD externo, terá dificuldade, aconselho instalar no seu mac o TUXERA, NTFS FOR MAC OU PARAGON. Esses treis programas são para você não ter problemas para conversar com um windows. Neles vc pode formatar NTFS e ter um HD externo para compartilhar com um PC.

Exemplificando: Pc para Mac (lê mais não grava) / Mac para PC (Não lê e nem Grava) / Linux para Mac (lê mais não grava) / Mac para Linux (lê mais não grava)

Espero ter dado uma luz.

Mac suporte

macOS Big Sur

Neste momento, a Apple está lançando o novo sistema operacional. Ele é bem parecido com o iOS e o mundo da informática está atenta.

A maior novidade é a nova interface simplificada e mais elegante. Há um novo conjunto de ícones e símbolos, bem como mais transparências. O sistema para desktop agora tem um Centro de Controle, bastante similar ao do iOS e iPadOS. 

Todos os aplicativos nativos do sistema também foram remodelados, sendo que algum ganharam novas funções.

Irei dar mais informações em breve, filtrando o melhor.

Aprenda como migrar as playlist’s das plataformas de musicas

Uma das grandes notícias que mexeu com o mundo dos Dj’s foi que o Spotify não estará mais integrando o programa Djay, da Algoriddim. Dia 01 de Julho, o serviço de Streaming, não poderá ser utilizado dentro de sua plataforma, assim, deixando muitos Djs profissionais ou não, descobertos, já que, o Apple Music não incorpora o Streaming no programa (tem que deixar todas as musicas na biblioteca do music já baixadas, ele não baixa na hora).

Dentre muitas plataformas, o Tidal, que teve uma baita de uma propaganda do Rapper Jay Z, foi escolhido para incorporar esse serviço, que também conta com o SoundCloud, Beatsourse e o Beatport, os dois últimos, bem menos conhecidos do publico brasileiro.

Devido essa mudança, muitos usuários perguntaram: Como farei com minhas playlist do Spotify? Essa resposta está sendo respondida com a pesquisa que a Mac Suporte fez para todos os nosso leitores e clientes.

Achamos uma plataforma na Web, sem ter que instalar nada, o Soundiiz, que copila toda as suas playlist’s para a sua nova plataforma. Veja, são várias plataformas que incluem: Deezer, Spotify, Apple Music, SoundCloud, Youtube Music, Amazon Music e dentre outras não tão usuais por aqui, de uma maneira simples e objetiva.

Na plataforma migra, gratuitamente, playlist’s de até 200 musicas, salvando assim todos nós para não fazermos playlist’s todas novamente.

Soundiiz web

Além de exportar as playlist’s, ele faz a sincronização automática para quem tem dois serviços, onde, vc coloca uma música em uma playlist de um serviço e ele sincroniza em outro. Também oferece uma lista em txt das músicas. Todos esses serviços são para versão paga. O custo é de 4,5 euros, ou em torno de 25 reais mensais.

Na versão paga, também permite que você transfira mais de 200 musicas e várias playlist’s ao mesmo tempo.

Nos da Mac Suporte o avaliou e achou a pagina muito bacana e bastante usual. Foi o mais simples instrumento para essa sincronização.

Exemplo de funcionamento:

Como transferir a playlist de música do Spotify para o TIDAL?

Abra o aplicativo Web

Clique em Plataforma para Plataforma no painel à esquerda na interface

Selecione o Spotify como serviço de origem (e conecte esta plataforma)

Escolha as categorias de elementos que você deseja transferir, marcando a caixa correspondente na esquerda

Selecione o TIDAL como serviço de destino (e conecte esta plataforma)

O processo de transferência acontece em segundo plano. Você pode ver o andamento do pacote em templo real na sua lista de Pacotes.

Esperamos ter ajudado a todos.

Ed

Finalmente, foi aprovado o ECG do Apple Watch

Mac Magazine:

Anvisa aprova o recurso de ECG do Apple Watch no Brasil! [atualizado]Quase dois anos após a sua introdução original, no Series 4

Finalmente temos, em primeira mão, boas notícias para brasileiros donos de Apple Watches que precisam/querem ter acesso ao recurso de eletrocardiograma (ECG) — e às notificações de ritmo irregular — em seus relógios.

Mas antes, façamos uma breve recapitulação de tudo.Expansões

ECG foi anunciado junto ao Apple Watch Series 4, em 2018, e poucos dias depois foi oficialmente lançado nos Estados Unidos. Em março de 2019 (ao lançar o watchOS 5.2), tivemos a sua primeira expansão, englobando diversos países europeus e Hong Kong; em setembro passado, ele chegou à Índia.

Em março de 2020, a Apple lançou o recurso no Chile, na Nova Zelândia e na Turquia; e agora, neste mês de maio, ele chegou à Arábia Saudita.

Ou seja, estamos falando de uma expansão constante, mas bem lenta.

O recurso

Para usar o ECG, é preciso comprar um Apple Watch e configurá-lo em um desses países, já que o recurso faz uso da localização do usuário para validar a ativação.

Recentemente, a Apple passou a guardar a informação da ativação do ECG no iCloud (na nuvem); desta forma, ao formatar o relógio (por conta de algum problema) ou ao adquirir um Apple Watch novo (incluindo o modelo brasileiro), basta configurá-lo com o seu ID Apple para usar o recurso sem precisar reativá-lo.

Mas isso, como explicado, só funciona para quem tem/teve um Apple Watch de algum desses países e ativou o recurso fora do Brasil em algum momento no passado.

Ao ativar o ECG, o Apple Watch também passa a notificar usuários quando identifica um ritmo cardíaco irregular que pareça ser fibrilação atrial (AFib).

E o Brasil?

Para o ECG poder ser configurado pela primeira vez em um Apple Watch brasileiro, a Apple precisa da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Em abril de 2019, nós comunicamos em primeira mão que a Apple ainda não havia feito o pedido de registro do ECG no Brasil; em setembro de 2019, em novo contato com a Anvisa, apuramos que o cenário permanecia igual.

Em dezembro passado, contudo, tivemos novidades. Nós informamos — também com exclusividade — que a Apple havia se reunido com a equipe técnica da agência para entender os requisitos necessários para a regularização do ECG no país. Como explicamos na época, a regularização envolve uma série de autorizações estaduais e/ou municipais antes da regularização nacional, e que, uma vez protocolado o pedido, a análise leva cerca de 60 dias.

O tempo passou, 2020 chegou, e nada de a Apple solicitar o registro do ECG — ou seja, em nenhum momento esse atraso todo foi culpa da Anvisa. Agora, em maio, finalmente a situação avançou.

MacMagazine apurou que a solicitação do registro do ECG na Anvisa foi feita no dia 4 de maio (há apenas três semanas, portanto), e que ele será aprovado hoje (25/5). O processo foi bem mais célere do que a Anvisa previa, provavelmente porque a Apple já lhe entregou uma documentação bem completa com base nas informações obtidas na reunião de dezembro.

Assim, com a autorização da agência em mãos, a Apple finalmente poderá liberar a ativação do ECG em território brasileiro — é, quase dois anos após o lançamento do recurso.

Quando o ECG e as notificações de ritmo cardíaco irregular serão liberados?

Normalmente, a liberação do ECG e das notificações de ritmo cardíaco irregular em novos países acontece junto ao lançamento de uma nova versão do watchOS. Se isso for mesmo necessário, a Maçã poderia disponibilizar uma versão 6.2.6 com essa novidade — e com as tradicionais correções de bugs/melhorias gerais — ou, pensando num cenário mais demorado, quem sabe só com uma futura versão 6.3 (que deverá entrar em beta em breve).

Outra possibilidade é a Apple ter incorporado o recurso já no watchOS 6.2.5, mas de forma “escondida”; com a aprovação, ela poderia liberar tudo de forma remota, sem a necessidade de uma atualização — como aparentemente aconteceu na Índia.

Independentemente da forma como o ECG e a notificação de ritmo cardíaco irregular serão liberados, o fato é que falta muito pouco para que donos de Apple Watches Series 4 ou 5 brasileiros possam finalmente configurar e usar os recursos pela primeira vez. Agora vai!

Foi publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.) desta segunda-feira (25/5) a Resolução-RE 1.635 da Anvisa, que aprovou dois aplicativos da Apple para medição da frequência cardíaca por meio do Apple Watch, um relógio com diversos recursos tecnológicos inteligentes, entre eles softwares (programas) que auxiliam no monitoramento de dados relacionados à saúde do usuário.

[…] Os produtos foram desenvolvidos pela empresa norte-americana Apple Inc. e, no Brasil, foram cadastrados pela Emergo Brazil Import – Importação e Distribuição de Produtos Médicos Hospitalares Ltda. O cadastro de produtos junto à Anvisa corresponde a uma espécie de registro simplificado. 

Falta agora apenas a Apple liberar tudo para os usuários!

Matéria escrita na Mac Magazine: https://macmagazine.uol.com.br/post/2020/05/25/anvisa-aprova-o-recurso-de-ecg-do-apple-watch-no-brasil/

Por: Eduardo Marques

Vamos falar de iPhone 11

Que bom gente, saiu o novo iPhone 11. Direi aqui algumas características para saber se vale a pena trocar seu aparelho por essa nova novidade.

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A Apple tem inovações, ao meu ver, em anos em anos. A primeira, depois da criação do iPhone, foi quando eles mudaram do 4s para o 5. Mudou o aparelho, sistema operacional e a conectividade. Vieram as tecnologias 4G e o aparelho obteve as melhores performances e qualidade perante aos outras marcas. Depois disso, cito: o iPhone 6 e X.

Nesse momento, tente analisar que muitas vezes a diferença é o processador, um recurso ou outro, mas nenhuma diferença que faça a diferença ou necessidade de trocar seu aparelho. Basta ir em uma autorizada para trocar sua bateria, por 400 reais, e ser feliz com seu aparelho por mas 2 anos.

Dentre os recursos estudados e vistos, o iphone 11 e 11 pro tem uma coisa superior: A câmera fotográfica. A foto no escuro sempre foi uma coisa horrível no iphone, fotos com pouca iluminação era coisa de desistir. Os outros aparelhos com nitidez automática e o iphone sempre a desejar.

Desta vez, a apple com a tecnologia Deep Fusion utiliza o poder do novo processador A13 para realizar operações avançadas de fotografia, tornando as fotos bem mais nítidas do que seria possível apenas com os sensores e lentes das câmeras. Diferente do Modo Noturno, que exibe um indicador na tela e pode ser desligado, o Deep Fusion funciona sem que o usuário perceba. É da seguinte maneira: Antes mesmo de você pressionar o botão para tirar uma foto, a câmera já registrou quatro quadros utilizando um tempo de exposição curto, além de quatro quadros utilizando um tempo de exposição maior. Ao pressionar o botão, mais um quadro é capturado, com tempo de exposição de acordo com a quantidade de luz na cena.

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Todos esses quadros são combinados utilizando um algoritmo que analisa cada pixel individualmente, selecionando o melhor em cada quadro. O resultado é uma imagem muito mais nítida e com menos ruído do que uma imagem capturada com o processo tradicional.

Espero está ajudando sua opinão

Abraço

Falso comunicado da Apple quando perde-se o celular

Boa noite.

Estava fazendo um post do iPhone 11 (que mostrarei em instantes) quando recebi mensagens de falsários, pois, perdi meu telefone.

Recentemente, no Rock in Rio, meu celular foi roubado. Mandei o iCloud apagar, pois, não tenho esperança de recuperá-lo. A partir de hoje, comecei a receber SMS dizendo que meu celular tinha sido encontrado e que, clicando em um link e colocando a senha da apple, localizaria meu celular. MENTIRA.

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A apple não manda esse tipo de mensagens. Todo o acesso é remoto. Quando o celular é apagado, o sistema envia um e-mail dizendo que seu aparelho foi apagado. Caso coloque a senha da Apple, terão acesso ao seu aparelho. CUIDADO.

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Além disso, estão ligando (com uma voz semelhante ao do atendente do Suporte da Apple) pedindo para colocar a senha de desbloqueio do celular. Gente, há possibilidade de alguém pedir senha para você? Ignore. Se for o caso, vá a polícia e dê o print para tentar localizar essa gang. São esperto e profissionais no ramo.  Ligação ainda é identificada como canadense.

Farsa da ligação

Lembrando: A cada 3 tentativas erradas, eles podem bloquear o iPhone definitivamente.

Caso perca ou seja roubado, faça a ocorrência, ligue para operadora, bloqueie seu celular ou ipad no iCloud (www.icloud.com) e aguarde o e-mail da apple com o seu apagamento.

A apple não liga e não manda sms para nada.

Procure sempre uma autorizada.

 

Existe Office 365 vitalício? É realmente original?

Quem não viu, em uma rede social, oferecimento do Office 365 original vitalício por R$ 199,00 ou R$ 250,00? Ofertas tentadoras em um mundo onde a  revolução na maneira de cobrança das licenças dos softwares. Agora não mais compra-se o software para utilizar direto, aluga-se e em contra partida, a empresa atualiza as versões anuais on-line.

Dentro dessa perspectivas atuais, existem os aproveitadores. Como a legislação da pirataria no Brasil é branda, existem alguns meios para conseguirem o software pirata, desde ir em qualquer banquinha da feira e compra-se um CD com o software pirata (mexidos para quebrar a licença original) á montarem algorítimos para burlar os números de série do produto para ativação on-line, com essas explicações, começamos nossa matéria.

Esses softwares piratas vem com o programa manipulado por programadores, com eles conseguem modificar a raiz do programa, a evidências da possibilidade de inserir, dentro da programação do Software Torjans (PC E MAC) ou até Vírus (PC), infectando seu computador silenciosamente, permitido a ação pelo próprio usuário, burlando o antivírus ou qualquer outro tipo de proteção.

Na internet, pode acontecer uma outra situação: O programa chamado KEYGEN é um pequeno programa de computador que gera uma chave do CD ou um número da série/registro de um software ou algoritmo de criptografia. Tais programas são disponibilizados por grupos de pessoas dedicadas ao cracking, sendo distribuídos gratuitamente em sítios web de Pirataria na Internet (fonte: Wkipédia). Após o usuário inserir o numero de série proposto, o programa ativa como se fosse original. Depois de meses, até anos,  com entradas simultâneas na internet a empresa, em qualquer atualização, bloqueia o usuário o privando da atualização daquele produto.

Voltando ao assunto, muitas pessoas me perguntam sobre o Office 365 vitalício, esse software é confiável? É realmente original?

Veja na página do office, a original, em nenhum momento oferece um produto desses para empresas ou pessoa física.

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Entrei em contato com um agente da Microsoft no Brasil. Como informado abaixo, não reconhece esses produtos como originais, com o texto dito abaixo:

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Os anúncios são vários e tem de todo o tipo: No facebook, no Google e em várias mídias. Na verdade, utilizam de uma senha existente de uma licença de empresa. Chegam até criar um loguin com seu nome, mas, em poucos meses a licença se expira. Abaixo, reclamações e propagandas do Office 365 “original Vitalício”

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Abaixo um exemplo de reclamação:

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Esse programa é vendido na Americanas. com, Shoptime, Mercado Livre e outras plataformas como fosse um produto licenciado na microsoft. Tudo isso é facilmente conferido no site da Microsoft .

O dever aqui é apenas fazer uma alerta para os usuários para não comprarem gato por lebre.

Abraço

O que é rede mesh? Wi-fi inteligente

Google WiFi e OnHub: saiba o que muda de um roteador para o outro

Descubra a seguir o que é uma rede mesh, como ela funciona e como esse novo tipo de conexão que o Google pretende popularizar na casa dos usuários pode melhorar a experiência de internet, especialmente na hora de fazer streaming de filmes e música usando dispositivos móveis.

Google WiFi quer popularizar redes mesh dentro de casa (Foto: Divulgação/Google)Google WiFi quer popularizar redes mesh dentro de casa (Foto: Divulgação/Google)

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Rede de nós

Diferentemente da rede Wi-Fi tradicional, uma rede mesh não é composta somente de um único roteador conectado à rede de banda larga. Ao contrário, ela é feita de nós que trabalham em conjunto para distribuir um único sinal de internet em vários pontos de um mesmo ambiente. Em certa medida, os nós funcionam como roteadores e repetidores de alta eficiência.

Isso porque o sinal de internet em uma rede mesh não se perde ao se distanciar do roteador principal. Na verdade, a tendência é que uma conexão Wi-Fi do tipo fique ainda mais rápida com a adição de novos nós – unidades avulsas do Google Wi-Fi ou roteadores OnHub, por exemplo.

Mais inteligência

Redes mesh distribuem sinal de internet de acordo com necessidade (Foto: Divulgação/Google) (Foto: Redes mesh distribuem sinal de internet de acordo com necessidade (Foto: Divulgação/Google))Redes mesh distribuem sinal de internet de acordo com necessidade (Foto: Divulgação/Google)

Os pontos de acesso que formam uma rede mesh não são roteadores nem repetidores comuns, pois devem ser equipados com um software especial. O sistema é essencial para controlar a distribuição da conexão na rede conforme a necessidade do usuário. Embora os nós sejam feitos para espalhar o alcance da conexão no ambiente inteiro, a velocidade pode ser direcionada para uma determinada tarefa, dependendo da necessidade.

Com isso, um computador que realiza streaming de filme pode ganhar prioridade, ao mesmo tempo em que dispositivos móveis não têm sinal enfraquecido ao serem trocados de lugar. Na prática, significa que uma rede mesh pode oferecer conexão estável em qualquer lugar dentro do seu raio de alcance, mesmo que o usuário se mova constantemente.

Facilidade de uso

Redes mesh são mais fáceis de administrar, pois o software que acompanha cada nó tem a tarefa de se integrar ao restante da infraestrutura de forma automática. A compatibilidade entre as unidades depende do fabricante, mas, em compensação, não há dependência de um administrador de rede para incrementar o desempenho da conexão.

Custo-benefício

Em redes sem fio convencionais, é preciso investir em roteadores mais potentes ou em repetidores – que podem oferecer baixa eficiência – para alcançar áreas maiores. Já em redes mesh, o custo da infraestrutura tem escalabilidade mais flexível. Para cobrir ambientes mais extensos, basta adicionar mais nós a uma mesma rede.

Qual o preço do Google Wifi e data de lançamento no Brasil? Comente no Fórum do TechTudo.

Essa é uma das principais vantagens oferecidas pelo Google WiFi. Por um custo que promete não ser tão alto, o usuário poderá adicionar novas unidades a uma mesma rede para melhorar a conexão em locais maiores. Uma unidade é vendida pelo preço de US$ 129 (R$ 417, no câmbio atual, sem impostos) com cobertura de até 140 m², e o pacote com três unidades por US$ 299 (R$ 966), com alcance de, aproximadamente, 420 m².

 

Esta matéria foi publicada por PAULO ALVES para o TechTudo

link: https://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2016/10/o-que-e-rede-mesh-conheca-tecnologia-que-melhora-o-wi-fi.html

 

Tenho um iPhone X, devo trocar pelos novos Xr, Xs ou X-Max?

Muita gente deve ter essa dúvida, devo ou não devo trocar meu aparelho? A minha resposta é simples: Depende.

Se você tem um iPhone X e está bem zerado, não. Lembrando que o iPhone Xr não tem duas câmeras, apesar do hardware ser bem parecido, você perderá em tela (pois essa versão não tem a tela OLED dos outros iPhones). Esteticamente, os novos iPhones XS são bem semelhantes ao iPhone X, exceto pela variação de tamanhos. Ambos possuem displays OLED, duas câmeras e carregamento sem fio. Eles também têm aros de aço inoxidável que abrigam alto-falantes, microfone, entrada única para fone e carregador e os botões laterais. Assim como o iPhone X, estes novos modelos não tem um botão de início, e ambos possuem sensores desbloqueando para o desbloqueio facial.

Segundo a Apple, o processador dos novos iPhones é mais rápido e tem uma melhor duração da bateria que o iPhone X. Mas será que isso vale o gasto extra?

Tem algumas vertentes da Apple que diz que o iPhone deve ser utilizado por 4 anos. Trocar uma bateria, por exemplo, dá uma vida útil por muito mais tempo ao telefone. O que acham? Sai bem mais em conta.

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Concluo que: Se o tamanho da tela e o desempenho do seu iPhone X satisfazem suas necessidades, então acredito  que não há motivos para fazer uma troca. O iPhone X é esteticamente igual, tem câmeras praticamente idênticas, fazendo fotos e vídeos com a mesma qualidade. Seria desvantajoso trocar seu iPhone X por um iPhone XR, haja visto que esse novato é pior que o modelo do ano passado em vários quesitos.

Outro motivo que pode levar você a querer ter um dos iPhones lançados em 2018 é a possibilidade de usar dois chips ao mesmo tempo, esse recurso é essencial para muitas pessoas, que precisam utilizar mais de uma operadora e sempre sentiram falta disso no iPhone.