Tenho um iPhone X, devo trocar pelos novos Xr, Xs ou X-Max?

Muita gente deve ter essa dúvida, devo ou não devo trocar meu aparelho? A minha resposta é simples: Depende.

Se você tem um iPhone X e está bem zerado, não. Lembrando que o iPhone Xr não tem duas câmeras, apesar do hardware ser bem parecido, você perderá em tela (pois essa versão não tem a tela OLED dos outros iPhones). Esteticamente, os novos iPhones XS são bem semelhantes ao iPhone X, exceto pela variação de tamanhos. Ambos possuem displays OLED, duas câmeras e carregamento sem fio. Eles também têm aros de aço inoxidável que abrigam alto-falantes, microfone, entrada única para fone e carregador e os botões laterais. Assim como o iPhone X, estes novos modelos não tem um botão de início, e ambos possuem sensores desbloqueando para o desbloqueio facial.

Segundo a Apple, o processador dos novos iPhones é mais rápido e tem uma melhor duração da bateria que o iPhone X. Mas será que isso vale o gasto extra?

Tem algumas vertentes da Apple que diz que o iPhone deve ser utilizado por 4 anos. Trocar uma bateria, por exemplo, dá uma vida útil por muito mais tempo ao telefone. O que acham? Sai bem mais em conta.

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Concluo que: Se o tamanho da tela e o desempenho do seu iPhone X satisfazem suas necessidades, então acredito  que não há motivos para fazer uma troca. O iPhone X é esteticamente igual, tem câmeras praticamente idênticas, fazendo fotos e vídeos com a mesma qualidade. Seria desvantajoso trocar seu iPhone X por um iPhone XR, haja visto que esse novato é pior que o modelo do ano passado em vários quesitos.

Outro motivo que pode levar você a querer ter um dos iPhones lançados em 2018 é a possibilidade de usar dois chips ao mesmo tempo, esse recurso é essencial para muitas pessoas, que precisam utilizar mais de uma operadora e sempre sentiram falta disso no iPhone.

 

 

Será que existe mesmo vírus para Mac?

Essa é a grande pergunta que atormenta tantos os usuários dos Macintoshes. Existem tantos paradigmas e tantas falcatruas dos Hackers que tudo fica confuso em relação à segurança.

A pergunta que todos querem ouvir, existe vírus para mac? Resposta: Sim. Eles vêm como Trojans e tentam ludibriar os usuários de varias formas para entrar no computador.

É verdade que eles não entram de surpresa como no Windows, não executam a plataforma DOS, mas entram em sua máquina das maneiras a seguir:

1. Páginas fraudulentas:

Mackeeper é um dos famosos a infectar seu Mac. Disfarçado de programa, deixa seu Mac lento e rouba suas senhas. Tem a promessa de fazer um limpa, MENTIRA.

2. Programas Piratas:

Veja. Não estou falando que sou defensor de nada, mas, raciocinem comigo: Se um cara modifica e quebra um sistema de licença de um software complexo, imagina se ele não pode colocar um malware ou Torjan na instalação. Óbvio que sim. Cuidado ao adquirir esse produto.

3. Sites que distribuem malwares:

Esse site aí acima já foi referência em download de softwares por muitos anos, hoje, distribui softwares com vírus para todas as plataformas. Não confie em sites que tem programa de tudo.

Aqui abaixo vai dicas para vc não cair no “conto da fadinha”:

1. Quando virem um página dizendo que vc tem vírus, até com o símbolo da maçã, feche-a apenas, não acredite.

2. Baixe seus programas pela Apple Store ou por desenvolvedores confiáveis. Pesquise sobre o software primeiro. Veja se ele é confiável e suas experiências.

3. Se querem uma dica de um programa que realmente limpe seu mac, o programa é o Clean My Mac. Esse eu confio há 6 anos e em sua nova versão tem de tudo para deixar seu computador redondo.

4. Mac não usa antivírus. Apesar de tudo que disse acima, antivírus no mac só faz ele ficar lento, a Apple disponibiliza para você atualizações frequentes de segurança.

5. Atualize sempre seu mac. Atualizações de segurança, sistema operacional é outra história.

Espero que a dica valha.

Ed

Novo Mac Mini: Vai começando de R$ 6.900 reais

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Essa é a brincadeira que está o novo Mac Mini da Apple.

O aparelho mais barato da Apple agora vem SSD de fábrica. É o mais “barato”, simplesmente dobrou de preço.

Por fora, a mesma novidade do novo Macbook Air está presente e é o corpo de alumínio completamente feito com material reciclado. A mudança mais notável, ainda longe do lado interior, é a nova cor preta – a mesma que está no iMac Pro e em alguns dispositivos móveis da própria marca.

O Mac Mini abandona de vez a opção de ter um disco rígido e entra de vez na memória SSD, pode-se personalizar com até 2 TB. Essa opção é até quatro vezes mais rápida do que o antigo sistema de armazenamento e o desempenho só agradece com o processador, que vai até um Intel Core i7 de oitava geração, entregando até cinco vezes mais velocidade do que a geração anterior – que utilizava processadores de quarta geração.

Ainda que em uma solução de chip integrado e que está longe de ser o ideal para jogos, a Apple promete 60% de ganho em desempenho. Em RAM, agora o pequeno computador deixa de lado o DDR3, passa para o DDR4 de até 2.666 MHz e em até 64 GB em padrão SO-DIMM, que é a memória pequena que encaixa em notebooks e que pode ser removida para upgrade.

A ventilação continua com uma única ventoinha na parte inferior, só que com um esquema de resfriamento mais moderno e inteligente, garantindo que o calor saia com mais facilidade. Perto da saída de ar quente estão as quatro portas USB do tipo C e que são compatíveis com o Thunderbolt 3 – o que garante que você pode colocar uma GPU externa e aumentar consideravelmente o poder de fogo do Mac Mini.

Ainda por lá ficam apenas duas portas USB-A, uma saída HDMI e a entrada para cabo de rede no padrão RJ45. Para a segurança dos dados que podem chegar por este cabo ou por redes sem fio, a Apple também inseriu o chip T2 e que faz seu trabalho para garantir que o Mac Mini fique mais protegido do que as gerações anteriores.

Agora é juntar 2 anos para adquirir um.